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- Amazon Brazil Store: https://www.amazon.com.br/dp/B09RMPZBRC?tag=9natreebrazil-20
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Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais, de Tarcízio Silva, é um livro de não ficção que examina como tecnologias digitais e sistemas de inteligência artificial podem reproduzir e intensificar desigualdades raciais. Inserida na coleção Democracia Digital e publicada pelas Edições Sesc São Paulo, a obra discute por que a crença na neutralidade dos dados e dos algoritmos é enganosa, já que modelos treinados em bases históricas e sociais tendem a automatizar padrões de discriminação existentes. Com abordagem interdisciplinar, o autor conecta debates de comunicação, tecnologia, ciências humanas e políticas públicas para tornar mais legíveis mecanismos que frequentemente operam de forma opaca em plataformas e infraestruturas digitais. Ao tratar de ambientes como redes sociais, buscadores e sistemas de visão computacional, o livro busca ir além da compreensão do racismo online como apenas insulto ou discurso explícito, destacando formas estruturais e rotineiras de produção de dano. Também abre espaço para pensar responsabilidades e caminhos de enfrentamento.
Racismo algorítmico: inteligência artificial e discriminação nas redes digitais é indicado para estudantes e pesquisadores de comunicação, ciências humanas e sociais, direito, políticas públicas e computação, além de profissionais de produto, dados e governança que lidam com sistemas automatizados em ambientes de plataforma. Também é leitura valiosa para ativistas e pessoas interessadas em justiça social, por oferecer vocabulário e molduras analíticas que conectam experiências de discriminação a estruturas técnicas e institucionais. Intelectualmente, o livro ajuda a abandonar explicações simplistas, como a ideia de que basta melhorar a tecnologia para resolver o problema, e convida a olhar para dados, métricas, incentivos corporativos e modos de implementação. Na prática, a obra orienta o debate para exigências concretas de transparência, explicabilidade e responsabilização, essenciais para que impactos possam ser avaliados e contestados. O que o destaca em relação a obras próximas sobre ética em IA é a centralidade do racismo como dimensão estruturante, não como tópico lateral, e o esforço de decodificar mecanismos de plataformas sem tratar a tecnologia como neutra. Ao articular exemplos e reflexão crítica, o livro se posiciona como ferramenta de compreensão e de intervenção, ampliando a capacidade de leitura do mundo digital e de participação em disputas por governança democrática da tecnologia.